Silêncio, por favor!

A chamada não é minha, mas de Paulinho da Viola, que continua: “(…) Quem sabe de tudo, não fale, quem não sabe nada se cale (…) Porque hoje eu vou fazer, ao meu jeito, eu vou fazer, um samba sobre o infinito”. O mais elegante dos bambas do samba do Brasil me faz lembrar um Read more about Silêncio, por favor![…]

Diga-se (as aspas que nos aproximam)

Bauman dizendo Wittgenstein: “Nenhum tormento pode ser maior do que aquilo que um único ser humano pode sofrer” (e dizendo por que não se justifica ‘quebrar’ um único ser humano para fazer qualquer ‘omelete’). Nabokov dizendo a humanidade de Smurov, ao cumprimentar o seu agressor antes da briga já perdida: “(…) e minha mão estendida, Read more about Diga-se (as aspas que nos aproximam)[…]